Thursday, May 16, 2019

Days Gone | Nathan Whitehead Fala Da Experiência De Compor A Soundtrack Do Jogo





APlayStation revelou um novo vídeo de Days Gone, onde é possível ver algumas imagens dos bastidores deste exclusivo para a PlayStation 4, que foi lançado no passado dia 26 de Abril, totalmente localizado em português. É ainda possível ouvir o testemunho do typesetter Nathan Whitehead, sobre an experiência que foi compor a banda sonora do videojogo.

"Durante a composição da banda sonora de Days Gone, o cenário teve um papel significant", começa por dizer o printer, acrescentando que, para ele, "a textura da música tinha de combinar com a textura do mundo". "A natureza tem a particular capacidade de nos levar à introspecção, e penso que, muitas vezes, durante a história de Days Gone, as pessoas são forçadas an examinarem-se e an olhar para si mesmas", diz."A banda sonora não podia ser apenas sobre dois tipos que andam de mota por estradas isoladas. Tinha de ser sobre as motas, mas também sobre o que se passa na cabeça do Minister – os seus arrependimentos, os seus medos e as suas dúvidas."


Neste vídeo, o printer da banda sonora de Days Gone, fala ainda sobre an experiência que foi definir o universo sonoro dos freakers, e admite que para ele, este foi um desafio que envolveu muita experimentação.

"Foi desafiante porque os freakers tinham de ser aterradores, mas a música deles também tinha de ter uma ligação à humanidade, uma ligação à tragédia que foi perder a maioria da população da Land para esta infecção", diz. E acrescenta: "Comecei a passar o arco em tudo o que tinha no estúdio: cadeiras, baldes do lixo, címbalos" e "houve uma gravação de um címbalo que ficou muito boa", devido à sua agressividade e forma interessante. "Quando a vimos mais de perto, prolonguei-lhe a duração e encontrei lá uma frase melódica que surgiu só de passar o arco naquele címbalo. Isso tornou-se a base da melodia dos freakers".


"Subitamente, o tema dos freakers ganhou toda uma versatilidade. Podíamos tocá-lo com instrumentos de cordas graves, tornando-o ameaçador e sinistro, ou podíamos tocá-lo no piano e, de repente, havia uma ligação à tragédia, que nos permitiu reproduzir parte da emoção, da perda humana, sem perder o dread e an agressividade inquietantes de que os freakers precisavam".

O typesetter termina o vídeo admitindo que compor para Days Gone "é o equivalente a compor para três filmes e ainda tentar perceber como tornar a música interactiva e como a música pode responder ao que o jogador está a fazer, de forma a criar uma experiência imersiva". Diz ainda que o jogo retrata "uma história maravilhosa, intensa, triste e emocional", e que tentou que a música envolvesse o jogador e o ajudasse a sentir tudo isso.

Days Gone está disponível para a PlayStation 4, em exclusivo e totalmente em Português, desde o passado dia 26 de Abril. A sua banda sonora já está disponível no


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